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Transtorno alimentar: como alcançar o equilíbrio sem restrições

Hábitos alimentares
17 de março de 2023

Os transtornos alimentares são condições clínicas que afetam como uma pessoa se relaciona com a comida, seu corpo e sua imagem corporal. 

Inclusive, segundo o Portal Drauzio Varella, estima-se que mais de 70 milhões de pessoas possuam algum tipo de transtorno alimentar (TA).

Já no início da nossa conversa, precisamos ressaltar que esse tipo de transtorno é grave e que requer um acompanhamento médico.

Vamos aprender um pouco mais sobre o assunto? Então, continue conosco!

 

Veja quais são os principais tipos de transtorno alimentar

Conheça agora mesmo os principais tipos de TA.

 

Anorexia nervosa

A anorexia nervosa é caracterizada por uma restrição alimentar severa. Assim, pessoas com esse tipo de TA possuem o medo intenso de ganhar peso e distorcem a sua imagem corporal. 

Portanto, elas se recusam a ter um peso considerado normal e saudável; pelo contrário: estão sempre muito abaixo dele.

 

Bulimia nervosa

A bulimia é caracterizada por episódios de compulsão alimentar, seguidos de comportamentos compensatórios, como vômitos autoinduzidos ou o uso excessivo de laxantes. 

Dessa forma, as pessoas com bulimia podem parecer ter um peso normal, mas, ainda assim, sentem-se insatisfeitas com sua aparência.

 

Transtorno Alimentar Não Especificado (TANE)

O TANE não se encaixa nos critérios para anorexia ou bulimia. No entanto, também causa prejuízos significativos à saúde e ao bem-estar.

 

Transtornos alimentares relacionados ao exercício

Esses tipos de transtornos são caracterizados por uma compulsão por exercícios físicos, mesmo quando isso afeta negativamente a sua saúde e qualidade de vida.

 

Conheça os sintomas do TA

Os sintomas dos transtornos alimentares incluem:

  • comportamentos alimentares perturbados, como comer compulsivamente e/ou purgação;
  • mudanças significativas no peso corporal;
  • ansiedade ou preocupação excessiva com a aparência;
  • distorções na imagem corporal;
  • obsessão com a contagem de calorias, medidas e peso;
  • hábitos alimentares rígidos e incontroláveis;
  • isolamento social e afastamento das atividades cotidianas;
  • fraqueza, fadiga, dores de cabeça e alterações menstruais.

 

Qual é o tratamento de uma pessoa com transtorno alimentar?

Qual é o tratamento de uma pessoa com transtorno alimentar?

O tratamento para transtornos alimentares é multidisciplinar e pode incluir:

  • terapia: para trabalhar questões emocionais subjacentes, como autoestima, imagem corporal e relacionamentos;
  • acompanhamento nutricional: é importante para estabelecer uma dieta saudável e equilibrada e recuperar o peso corporal saudável;
  • medicamentos: alguns transtornos alimentares requerem medicamentos para tratar sintomas — como ansiedade e depressão;
  • terapia ocupacional e física: pode ajudar a reintegrar a pessoa às atividades cotidianas e melhorar sua saúde geral;
  • suporte de grupo: serve para compartilhar experiências com outras pessoas que entendem o que está acontecendo.

O tratamento para transtornos alimentares é um processo longo e desafiador. No entanto, com o tratamento adequado, é possível se recuperar e levar uma vida saudável e feliz. 

Vale reforçar que é fundamental procurar ajuda de um profissional de saúde o mais rápido possível. Afinal, isso contribui para ter melhores chances de sucesso no tratamento.

 

5 dicas para alcançar o equilíbrio sem restrições

Dicas para alcançar o equilíbrio sem restrições

Alcançar o equilíbrio alimentar sem restrições pode ser um desafio para pessoas que sofrem de transtornos alimentares. Entretanto, com o tratamento adequado e a prática constante, tudo é possível. 

Venha conosco e confira 5 dicas para alcançar o equilíbrio sem restrições.

 

1. Aprenda a reconhecer e a expressar suas emoções

Reconhecer e expressar suas emoções é uma parte importante do processo de prevenção e tratamento de transtornos alimentares.

Por isso, é fundamental saber como identificar as emoções que levam aos comportamentos alimentares disfuncionais. 

Além disso, é preciso praticar a habilidade de se comunicar de forma assertiva. Assim, você aprende a expressar os seus sentimentos de maneira saudável, respeitosa e efetiva.

 

2. Estabeleça uma alimentação regular e equilibrada

Com o acompanhamento de um nutricionista, é possível estabelecer uma dieta saudável e equilibrada sem restrições.

 

3. Pratique a aceitação de si mesmo

A prática da aceitação de si mesmo é uma parte importante da prevenção e tratamento de transtornos alimentares. 

A aceitação de si mesmo significa reconhecer e aceitar suas imperfeições, emoções e pensamentos, sem julgamento ou crítica.

Isso pode ajudar a reduzir o estresse e a ansiedade, melhorar a autoestima e aumentar a resiliência emocional.

Então, aprenda a aceitar e amar o seu corpo, independentemente do peso ou da aparência.

 

4. Encontrar atividades que promovam o bem-estar

Envolva-se em atividades que ajudem a melhorar a saúde mental e física, como:

  • caminhar;
  • praticar yoga;
  • ler;
  • meditar;
  • dedicar-se a um novo passatempo;
  • entre outros.

 

5. Busque apoio para lidar melhor com o transtorno alimentar

Sabemos que a luta contra um transtorno alimentar é difícil. Por isso, é importante ter o apoio de amigos, familiares e colegas.

Portanto, além de conversar e ter o apoio dessas pessoas próximas e queridas, não deixe de investir em um bom acompanhamento profissional, como: psicólogos, psiquiatras, nutricionistas, nutrólogos, entre outros.

 

Se você se identificou com algum dos sintomas ou conhece alguém que possa ter algum tipo de transtorno alimentar, peça/ofereça ajuda! 

Afinal, como vimos, o TA é grave e deve ser acompanhado de perto por uma rede médica qualificada.

E aí, você gostou de aprender um pouco mais sobre o assunto?

Então, aproveite e leia também: Restrição alimentar: como lidar com a situação?