lgo hiléia alta [135]
Pesquisar
Close this search box.

Exposição de produtos no supermercado: tutorial gratuito

Gestão
19 de setembro de 2023

A exposição de produtos no supermercado é uma estratégia que faz muito sentido para auxiliar os consumidores na decisão de compra. Consequentemente, também permite o aumento no faturamento dos estabelecimentos. 

E não se trata somente de colocar os produtos de marcas mais conhecidas nas prateleiras que ficam na altura dos olhos. Essa já foi uma técnica muito usada e, em certo momento, gerava resultado. Hoje, o mercado consumidor está diferente. 

Ou seja, as pessoas estão mais exigentes na escolha das mercadorias. E isso faz com que as técnicas para expor produtos precisem ser adaptas para gerar alcançar os anseios dos novos hábitos de consumo. Neste tutorial, veja como fazer!

 

Como fazer a exposição de produtos no supermercado?

Como fazer a exposição de produtos no supermercado?

Você pode achar estranho mencionarmos o público-consumidor no início. Afinal, o tema é a exposição de produtos no supermercado. Mas, conhecer quem vai comprar na sua unidade é importante para todas as ações.

O Facebook IQ levantou dados e mostrou que existem mudanças de hábitos acontecendo de forma cada vez mais intensa no mercado. As pessoas dizem que os valores da marca, como a responsabilidade social, são decisivos na compra.

No Brasil, a geração Y (millennial) diz que valoriza ainda mais as marcas com valor agregado. Ou seja, além do preço ou do quanto é conhecida. 

Para eles, é necessário terem ações sociais e ecológicas, por exemplo. E o seu marketing precisa saber disso.

A partir dos dados da pesquisa e do conhecimento dos novos hábitos de consumo, confira uma lista de boas práticas para fazer a exposição de produtos no supermercado. Continue lendo para aumentar as vendas!

 

O campo de visão

O primeiro passo é muito simples e conhecido, mas precisa ser lembrado: as mercadorias devem estar no campo de visão dos consumidores. Isso facilita a percepção delas sobre determinada área ou produto. 

E qual é a regra sobre o campo de visão em supermercados? Geralmente, 50 centímetros do chão e até 2 metros de altura. 

Ou seja, há bastante espaço disponível para que as pessoas consigam visualizar as prateleiras e gôndolas. Abaixo ou acima dessa média, há uma grande probabilidade dos itens passarem despercebidos.

Aí vem a técnica mencionada na introdução: a altura dos olhos. Os especialistas descobriram que posicionar produtos a uma altura de 1,60 pode permitir que eles sejam vistos primeiro — comparado aos que estão acima ou abaixo. 

Isso é realmente verdadeiro, anda mais considerando a altura média dos brasileiros (1,71 m para homens e 1,58 m para mulheres), conforme o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

 

E quais os melhores produtos alimentícios para essa altura? Descubra aqui!

 

O layout da loja

O layout da loja

Ao saber da informação acima, o layout auxilia em uma organização inteligente. As mercadorias mais atrativas para o consumidor podem ser as mais conhecidas, assim como as com melhor custo-benefício. 

O layout de loja permite a otimização dos itens e maior eficiência do espaço disponível. Nesse planejamento, dá para descobrir quais os melhores móveis e estruturas para cada situação, facilitando o fluxo dos clientes no interior da unidade.

A técnica também atua na setorização do supermercado, separando as áreas, como: 

  • Frios;
  • Padaria;
  • Mercearia;
  • Bebidas;
  • Carnes, e outras. 

Atualmente, há vários tipos de layout de lojas: grade, loop, misto, caminho forçado e assim por diante.

 

A compra por associação

Entendendo o público, fica mais fácil falarmos da compra por associação. Já notou que a maioria dos supermercados posiciona extratos e molhos próximos às massas, como macarrões? Isso faz todo sentido porque um produto se conecta ao outro.

É essa associação que pode ajudar o seu supermercado a vender mais – justamente porque a organização “lembra” o consumidor de comprar algo que poderia esquecer. O ideal é entender os consumidores para criar conexões e similaridades.

Por exemplo, já pensou na hipótese de que alguém que compra copos descartáveis pode estar planejando uma festa no fim de semana? Sendo assim, no mesmo corredor ou prateleiras, podem estar as mercadorias relacionadas a isso.

 

A categorização dos produtos

Também com base no estudo do público-consumidor, vem a questão da categorização. É uma estratégia antiga e que se mantém importante. Só que com um novo viés: do consumo moderno. 

Entre as novas categorias ou segmentos que podem fazer parte do seu negócio, temos os alimentos infantis, sem glúten, para gestantes, para intolerantes e veganos. São muitas as opções que atendem a grupos específicos!

Conheça a massa de sêmola, alternativa ao macarrão de farinha de trigo

A ideia funciona assim: organizar os produtos em categorias ou critérios e colocá-los de forma similar. Um método simples, mas muito eficiente, porque melhora a experiência do cliente na loja. 

Geralmente, os supermercados já fazem isso. Porém, sem considerar as novas possibilidades de categorias e nichos de mercado. Será que vale a pena criar uma área para categorizar apenas os produtos veganos, por exemplo?

 

As campanhas promocionais

Outra técnica para fazer a exposição de produtos no supermercado de forma assertiva tem a ver com as campanhas comerciais, isto é, as promoções. Há vários fatores para considerar uma organização mais detalhada nesses momentos.

Até porque esse tipo de ação deve acontecer de forma programada. Primeiro porque os produtos perto da data final de validade precisam ser comercializados rapidamente. Depois, porque consumidores querem economizar com as promoções.

Sendo assim, a ideia é: se a sua loja precisa vender mais rapidamente e se o consumidor sabe que comprar na promoção é interessante, resta fazer esse “meio de campo”. Ou seja, exponha os itens e os anúncios em posições estratégicas.

 

As datas comemorativas

Na sequência, um ótimo momento para criar as campanhas promocionais é nas datas comemorativas. Existem alguns eventos que sinalizam as oportunidades. Por isso, faça um calendário sazonal e descubra as melhores datas.

O melhor exemplo é a Páscoa, época em que os chocolates são vendidos em maior volume. Além das barras, caixas e bombons; os ovos de páscoa ganham destaque. Assim, temos uma ótima chance de criar kits, ofertas ou atrativos para os clientes.

Por se tratar de um lugar que comercializa alimentos, também vale expor produtos conforme momentos que sugerem pratos. Por exemplo, os amendoins e milho-verde são ótimas opções para o período de festas juninas.

 

O uso de estruturas para exposição

O que também é importante, mas nem todo gestor observa, tem a ver com os equipamentos e estruturas usadas no supermercado. Na hora de fazer a aquisição, é imprescindível avaliar o custo-benefício e não somente os preços mais baixos.

Um exemplo: um refrigerador para alimentos que precisam de temperatura controlada pode ter portas com vidros que facilitem a visualização dos clientes. Assim como luzes que torna essa ação mais fácil para eles. 

Existem estruturas móveis, como gôndolas, que podem ser posicionadas em vários locais dependendo da campanha. Assim, podem ficar próximas ao caixa para oferecer um item com desconto ou perto da padaria se relacionada a panificação.

 

A iluminação da unidade

Essa é uma dica mais técnica e não tem a ver com determinados produtos ou promoções, mas com uma estratégia visando a melhor experiência do público. Ao ter espaços com itens organizados, algumas regiões ficarão mais escuras.

Então, o uso de iluminação específica em determinados locais faz muito sentido para que o consumidor consiga visualizar todo o campo de visão. 

Afinal, lembre-se que ele está mais interessado na compra e quer ler detalhes das mercadorias.

A verdade é que muitos supermercados fazem exatamente o oposto: diminuem o uso da luz para evitar que os clientes possam ver “problemas” nas unidades, como sujeiras. Entretanto, tentar enganar o cliente não faz sentido.

 

A sinalização interna do supermercado

A exposição de produtos faz parte de um conjunto de requisitos relacionados à comunicação da empresa com o cliente. Isto é, do supermercado com o consumidor. Ou seja, é muito mais do que colocar mercadorias em prateleiras.

Dessa forma, a sinalização clara e correta também importa na experiência do usuário e colabora com a exposição dos itens. 

As placas são exemplos. Bastante úteis para a comunicação visual, elas indicam corredores e segmentos.

Em algumas situações, podem fazer diferença no aumento de vendas – ainda mais quando se considera quem é o público. Se for formado por pessoas idosas, por exemplo, os cartazes devem indicar os trajetos que podem ser seguidos.

 

O treinamento dos colaboradores

Como o treinamento dos colaboradores influencia na exposição dos produtos no supermercado? Em vários sentidos. Mas, há dois que merecem atenção: reposição dos produtos e a manutenção deles. 

O primeiro é sobre manter as prateleiras e estantes sempre organizadas. Porque é natural que, a todo momento, os itens sejam trocados de lugar ou estejam em falta. Independente da função do profissional, é importante saber como agir.

O segundo tem relação com a manutenção da organização. Quando os consumidores estão avaliando os itens, pode ser que eles caiam, quebrem ou amassem. O ideal é fazer a troca de tais mercadorias, mantendo a boa visibilidade.

 

A opção de escolha é do consumidor

A opção de escolha é do consumidor

Por fim, não esqueça que a opção de escolha é um direito do consumidor e ele tem usado cada vez mais desse poder de compra. Por isso, aquela dica inicial faz cada vez mais sentido: conheça o seu público.

A partir disso, deixar que encontre o que precisa na sua unidade também é importante para a fidelização. Inclusive, saiba que ele está disposto a conhecer novos produtos.

Um estudo da Dunnhumby mostrou que mais de 40% dos brasileiros possuem o hábito de experimentarem novas marcas. Por isso, não adianta ficar sempre oferecendo um mesmo item.

Entre os motivos que fazem isso, temos: 

  • Promoção (55%);
  • Procura por marcas mais baratas (44%);
  • Sensação de experimentarem algo novo (44%). 

E o melhor: mais de 30% garantem que gostaram da experiência com as novas marcas!

 

O que considerar ao escolher um novo fornecedor de alimentos?

Para finalizar, um tópico curioso com uma reflexão muito interessante. Se o comportamento de consumo está mudando e as pessoas afirmam que querem testar novas marcas, o que fazer enquanto responsável pelo supermercado?

A primeira coisa é conhecer o seu fornecedor. Porque o cliente também faz isso! Acima, vimos que eles se preocupam com o cunho social e ecológico das marcas, por exemplo. Mas, além disso, pense também na fidelização dele.

Ou seja, não adianta ser um produto com selo verde se não for condizente com o “gosto” do seu público. Esse é um fator decisivo para concretizar uma compra e pode ser relevante para que um cliente se apaixone pela marca.

A Hiléia tem projetos como o Castelo dos Sonhos, que priorizam ações de inclusão social. Além disso, conta com um portfólio completo, indicado para quem quer testar uma nova marca saborosa. Além disso, atua desde 1964 no mercado e tem fábricas em todo o país.

Acesse a página de contato e saiba como ter produtos Hiléia na exposição de produtos do seu mercado!